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O Imperador
17/02/2004 13:47
Das bolinhas de papel que me atiras escreverei meus livros
Ontem discutiamos, na aula de jornalismo online, sobre a seita Google e os saudosos que ainda preferem um bom livro, um arquivo decente, ou mesmo uma fonte confíavel para consulta mais esclarecedora. O professor, como cabe a sua índole, dizia que a internet é a salvação e que a exclusão digital é a condenação à porta de Cérbero (não sabe quem é Cérbero, consulte "A divina comédia", Dante). Eu, saudosista (as vezes tenho contade de comer a Martha Rocha em sua fase áurea,[para saber mais sobre Martha Rocha, consulte qualquer livro sobre a história do rádio e da TV, o livro da professora Sandra, se não me engano, possui até foto da moça ou pergunte ao Castilho, que deve ter até foto com ela]) combatia o "procurar por" com fúria.
A questão principal é: publicar um livro é anos luz mais complicado do que uma página de internet. Você pode sofrer restrições antes mesmo da obra ir ao prelo (impressora, dicionário Houaiss), sendo que, na página, o autor as vezes nem assina o que escreveu, repassando assim uma corrente de baboseiras aceitas por metade das cabeças "pensantes e atualizadas" do globo.
Sendo assim, pense bem antes de ir à um simples buscador à procura de sapiência. Um bom livro expande seus horizontes, não é como o círculo fechado do clique-clique.
Eu mesmo não troco o dicionário por nada. Nem pelo útil e simples F7.
enviada por O Imperador
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